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Serra Leoa: mais de 800 desaparecidos sob a lama e os escombros

Desmoronamentos e inundações na Serra Leoa - REUTERS

28/08/2017 11:10

São mais de 500 as vítimas de desmoronamentos e inundações que na Serra Leoa atingiram algumas áreas da capital, Freetown, no passado dia 14 de agosto, e muitas as pessoas desaparecidas. De facto, segundo as autoridades civis, sob a lama e os escombros, deveria haver ainda mais de oitocentas pessoas, mas com o passar  das horas e dos dias, diminuem as probabilidades de encontra-las vivas.

Também o Papa Francisco nos últimos dias, por meio de um telegrama assinado pelo Cardeal Secretário de Estado Pietro Parolin, e dirigido ao arcebispo de Freetown, Dom Charles Edward Tamba, quis estar ao lado dos sofrimentos daquela população tão gravemente afectada, lançando um convite à solidariedade e dizendo estar próximo também dos "que prestam uma assistência tão necessária às vítimas deste desastre”.

Muitos países estrangeiros responderam ao apelo lançado também pelo presidente da nação, Ernest Bai Koroma que, durante o primeiro funeral em massa, havia pedido ajuda a todos os que pudessem financiar as  operações de socorro e que tivessem experiência com tragédias de tal magnitude.

Os primeiros que se movimentaram para apoiar as áreas afectadas foram a Espanha, a China e o Japão. Também a Caritas Italiana abriu uma conta no site oficial em que se podem fazer donativos para aliviar o drama daquele País. "Estamos a apoiar a população que tem necessidades urgentes, como habitação, comida, roupas e kits de saúde", explicou numa nota.

A Nigéria, por sua vez, doou um milhão de dólares e o ex-presidente Olusegun Obasanjo visitou o Hospital Connaught, onde foi hospitalizada a maioria dos feridos. (BS)

28/08/2017 11:10