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Guiné-Bissau : crise política ainda sem fim à vista

José Mário Vaz, o Presidente da Guiné-Bissau - AFP

16/03/2017 15:46

Terminou quarta-feira 15 de março, em Bissau,  mais uma ronda da reunião do Conselho de Estado para procurar vias de saída à crise. Não se chegou a nenjum resultado concreto. 

São evidentes os sinais de que o executivo liderado por Umaru Sissoko Embaló ainda vai continuar a governar.

O Presidente da Assembleia Nacional Popular Cipriano Cassamá afirmou, à saída do encontro, que o Presidente da República, José Mário Vaz,  "não quer dar paz ao povo". Já para o Presidente do PAIGC, Domingos Simões Pereira, o Chefe do Estado mostrou incapacidade de dirigir um debate construtivo com vista a encontrar soluções. Disse que "foi um espectáculo deplorável em que as palavras não foram devidamente escolhidas e os termos foram pesados. "Mais adiante avançou que a "a resolução desta crise está nas mãos do Presidente da República como sempre esteve".

Entretanto, as organizações da Comunidade Internacional com representantes na Guiné-Bissau - CEDEAO, CPLP, União Africana, União Europeia e as Nações Unidas - reuniram-se esta quarta-feira com o Presidente da República para lhe apresentar as preocupações acerca das declarações que têm sido proferidas pelos políticos.

Os chamados “P5”  também falaram ao Presidente da Guiné-Bissau da missão ministerial que deverá vir a Bissau, das deslocações que vão fazer dentro de dias para a Guiné-Conacri para contacto com o mediador da crise, Alpha Condé.

Eis as palavras de Ovídio Pequeno do P5 aos media, no final do encontro:

Indira Correia Baldé, em Bissau 

16/03/2017 15:46